quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Me esqueci! De tentar te esquecer Resolvi! Te querer, por querer Decidi te lembrar Quantas vezes Eu tenha vontade Sem nada perder
Foi tudo muito rápido. Como se apagasse rapidamente um fogo que iluminara uma pequena gruta. Eu vinha a expor meus problemas e recebi uma notícia que no fundo não me agradara em nada mas consegui ser humilde o suficiente para entender tamanha necessidade de estar com pessoas das quais se gosta. Fiquei pensativo naquela negra noite de sexta-feira e cheguei a uma conclusão de que eu poderia ser um fardo em sua vida, algo que mais cedo ou mais tarde pudesse lhe atrapalhar em todo seu andamento que vem sendo elevado pouco a pouco. Pensei que poderia acabar atrapalhando sua vida, seus divertimentos ou coisa que a valha. Tomei uma atitude: melhor deixá-la caminhar e trilhar seu caminho sem minha presença do que dividir minhas angústias com a mesma. Eu penso que isso não seria justo, não neste momento tão bom de sua vida. Venho me solapando cada dia mais entre trabalho e má vontade das pessoas que me rodeiam que não achei justo colacá-la como coadjuvante desta nefasta e inglória situação. Sei que, a princípio, fui um tanto quanto rude ao me despedir de tal maneira, aliás nem me despedi, mas o fato é que não queria olhar para você e ver seu rosto triste se deparando com o meu. Os dias passaram e todo meu sentimento e meus pensamentos estão e continuam voltados para você. É como se você fosse meu primeiro amor de toda minha vida, uma mulher que só me fez ficar encantado com a sua presença. Parece blazê dizer isto mas o que eu fiz não foi para por um ponto final em nossa relação e sim não permitir que você faça parte desse momento ruim e estressante ao qual estou passando. Nunca olhei para você como alguém que estivesse em minha vida querendo me impedir de voar mas sempre como alguém que quisesse planar junto a mim. Posso ter sido um asno ao tomar tamanha atitude mas o fato era que não queria e não quero que você passe ou divida esse momento frustrante comigo. Estou sem chão! E esta é a mais pura das verdades. Viro noites em claro pensando em você e se tudo pudesse a ser como antes eu agradeceria enormemente mas vejo que você não me entenderá ou talvez, por algum orgulho, característica que não lhe desmerece, não queira estar comigo novamente. Preciso de você e entenderei de cabeça erguida se você resolver partir e trilhar um novo rumo em sua vida. Te amo Galega.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Tudo como antes no quartel de Abrantes. Mar de Almirante de céu de Brigadeiro
Parecia tudo aparentemente normal. Mais um dia de visitas a mais linda das enfermas que se recupera de uma delicada cirurgia a modos cavalares. Lanche da tarde, algumas visitas demonstrando um explicito afeto, conversas saudáveis e filmes de suspense ao por do sol iniciando a entrada de uma noite, também ao nosso modo, aparentemente normal.
O enredo do filme, desta vez, não era sobre um fato histórico mesclado a ficção ou coisa que o valha mas sim um daqueles suspenses policiais, onde o assassino está o tempo todo bancando a vítima ou o bom mocinho para mais tarde revelar-se o pivô de todo derramamento de sangue com suas tantas peculiaridades onde, para variar, em pelo menos oitenta por cento dos casos, você olha para a pessoas que está ao seu lado boquiaberto dizendo aquela frase clichê: “Eu jurava que não era ele! Estou bobo! Como assim? Fui enganado o tempo todo.” Entre outras que agora, felizmente, prefiro ocultar.
Ao entardecer, por volta das vinte e duas horas, selecionamos mais um filme que fora indicado por funcionários da locadora, ou seja, algo para gerar uma enorme desconfiança pois funcionários de locadoras são bastante democráticos com filmes. Você pode alugar o pior filme, aquele que leva o oscar framboesa, como por exemplo o “Paizão”, eles irão dizer: “Este? Ah... este é ótimo! E é um filme para toda a família. Você vai gostar”. E para piorar, sem nunca ter locado um filme para sua pessoa ele completa: “É a sua cara!” Em suma, era u filme daqueles de terror barato ao qual ele havia classificado, pasmem, como suspense. Preferimos ignorar e passar para algo que chamasse mais atenção. Era um filme baseado em um grande romance inglês do século XIX se não me falha a memória.
Começaria então mais uma rotina cinéfila. Havia tempos que não encontrava algumas horas disponíveis para a sétima arte. Levantamos. Um dirigiu-se ao banheiro, outro ao aparelho de DVD. Logo depois, ambos foram até a cozinha afim de refastelarem-se com alguns bons pedaços de torta que sobraram daquele mesmo lanche da tarde.
A principio o filme demonstrava exigir um certo grau de concentração em sua historia, uma vez que era contado por passagens no passado dando um salto para o presente que era o tempo atual dos personagens. Me senti um pouco entediado e minha mente, ou seja, uma pequena parte dela, estava focada ainda naquele serial killer que me enganara alguns minutos atrás. Já a outra parte em um dia típico de cinema onde o filme em questão não é o mais importante mas sim a pessoa que está ao seu lado. Era tudo propício: luz apagada, poltronas totalmente aconchegantes, um cheiro diferente e um ar cada vez mais leve de uma noite fresca que com o andar da carruagem foi, aos poucos, se modificando. Nossos beijos foram ficando cada vez mais intensos e as trocas de olhares representavam cada vez mais um sinal de sim e eu, dono de uma aparente frieza que considero como uma virtude me dando um auto controle esplendido, fui tomado por uma volúpia que me contagiou da ponta do meu polegar direito a minha vasta cabeleira. Fiquei fora durante um bom tempo. Era como não escutasse ou sentisse nada naquele momento, como se estivesse em função única sem me importar com as futuras conseqüências. Arfei consecutivas vezes, não encontrava ar e meu coração parecia querer extravasar meu peito. Meu corpo se aglutinava cada vez mais àquela pele branca formando um enorme contraste com o tom acobreado da minha. Nossos desejos iam cada vez mais além até que tudo aquilo deveria chegar a um fim que ao meu ver, depois do acontecido, me parece hilário. Fomos interceptados pelo som dos degraus que iam ficando cada vez mais fortes até o nosso encontro. Foi por um triz! Milésimos de segundos. Acho melhor abandonar os filmes por alguns dias e entrar na era do “baixo consumo de energia”, ou seja, contribuir para o planeta. Devemos jogar Can Can.
O enredo do filme, desta vez, não era sobre um fato histórico mesclado a ficção ou coisa que o valha mas sim um daqueles suspenses policiais, onde o assassino está o tempo todo bancando a vítima ou o bom mocinho para mais tarde revelar-se o pivô de todo derramamento de sangue com suas tantas peculiaridades onde, para variar, em pelo menos oitenta por cento dos casos, você olha para a pessoas que está ao seu lado boquiaberto dizendo aquela frase clichê: “Eu jurava que não era ele! Estou bobo! Como assim? Fui enganado o tempo todo.” Entre outras que agora, felizmente, prefiro ocultar.
Ao entardecer, por volta das vinte e duas horas, selecionamos mais um filme que fora indicado por funcionários da locadora, ou seja, algo para gerar uma enorme desconfiança pois funcionários de locadoras são bastante democráticos com filmes. Você pode alugar o pior filme, aquele que leva o oscar framboesa, como por exemplo o “Paizão”, eles irão dizer: “Este? Ah... este é ótimo! E é um filme para toda a família. Você vai gostar”. E para piorar, sem nunca ter locado um filme para sua pessoa ele completa: “É a sua cara!” Em suma, era u filme daqueles de terror barato ao qual ele havia classificado, pasmem, como suspense. Preferimos ignorar e passar para algo que chamasse mais atenção. Era um filme baseado em um grande romance inglês do século XIX se não me falha a memória.
Começaria então mais uma rotina cinéfila. Havia tempos que não encontrava algumas horas disponíveis para a sétima arte. Levantamos. Um dirigiu-se ao banheiro, outro ao aparelho de DVD. Logo depois, ambos foram até a cozinha afim de refastelarem-se com alguns bons pedaços de torta que sobraram daquele mesmo lanche da tarde.
A principio o filme demonstrava exigir um certo grau de concentração em sua historia, uma vez que era contado por passagens no passado dando um salto para o presente que era o tempo atual dos personagens. Me senti um pouco entediado e minha mente, ou seja, uma pequena parte dela, estava focada ainda naquele serial killer que me enganara alguns minutos atrás. Já a outra parte em um dia típico de cinema onde o filme em questão não é o mais importante mas sim a pessoa que está ao seu lado. Era tudo propício: luz apagada, poltronas totalmente aconchegantes, um cheiro diferente e um ar cada vez mais leve de uma noite fresca que com o andar da carruagem foi, aos poucos, se modificando. Nossos beijos foram ficando cada vez mais intensos e as trocas de olhares representavam cada vez mais um sinal de sim e eu, dono de uma aparente frieza que considero como uma virtude me dando um auto controle esplendido, fui tomado por uma volúpia que me contagiou da ponta do meu polegar direito a minha vasta cabeleira. Fiquei fora durante um bom tempo. Era como não escutasse ou sentisse nada naquele momento, como se estivesse em função única sem me importar com as futuras conseqüências. Arfei consecutivas vezes, não encontrava ar e meu coração parecia querer extravasar meu peito. Meu corpo se aglutinava cada vez mais àquela pele branca formando um enorme contraste com o tom acobreado da minha. Nossos desejos iam cada vez mais além até que tudo aquilo deveria chegar a um fim que ao meu ver, depois do acontecido, me parece hilário. Fomos interceptados pelo som dos degraus que iam ficando cada vez mais fortes até o nosso encontro. Foi por um triz! Milésimos de segundos. Acho melhor abandonar os filmes por alguns dias e entrar na era do “baixo consumo de energia”, ou seja, contribuir para o planeta. Devemos jogar Can Can.
domingo, 7 de março de 2010
Quando existem pedras em nossos caminhos muitas vezes tomamos uma atitude insensata tentando não passar por ali, recuar, desviar de tal empencilho que nos impede de caminhar para chegar ao ponto desejado. Fazemos tudo de forma errada. O certo é, na maior parte das vezes, pisarmos com toda força nesta pedra para que a mesma se esfarele e que seu pó possa se esvair com o vento abrindo nossos caminhos não nos impedindo de seguir em frente aliviando todo peso das costas por não ter tentado.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Uma forma de juntar algo
Certo dia escrevei aqui sobre algumas mudanças no tempo. Algo a ver com essa tal modernidade a qual o dia passou a ser ínfimo diante das vinte e quatro horas. Às vezes nos deparamos com certo remake, um vai e volta de algo que se usava a tempos e agora voltou, porém, com uma nova roupagem. Vivemos numa espécie de saudosismo ao dizer: “no meu tempo era assim, no nosso tempo era assado.” Mas na realidade algumas coisas se eternizam, nunca serão substituídas. Outro dia, não em um tempo muito distante, anunciaram que o livro, esse que fora inventado a anos desde as primeiras escritas rupestres nas paredes, passando por papiros, chegando a escrita de penas, em um amontoado de folhas nobres com sua fonte perfeitamente alinhada com um toque final uma capa dura de luxo, estava com seus dias contados. O seu novo substituto? Ninguém menos que essa máquina a qual teclo de forma frenética. Disseram que o computador além de narrar o livro desejado, encontraria qualquer obra em segundos e o usuário poderia desfrutar da mesma acompanhando toda historia pela tela. Mas o bom e velho amigo de cabeceira continua firme e forte até hoje. Suas vendas nunca cessaram, pelo contrário, na sede voraz de conhecimento, elas aumentam mais e mais. Vendo isso, hoje eu comecei a refletir e tomei uma decisão que para muitos não é grande mas para seria uma forma de eternizar, tornar viva coisas que eu possa tocar manusear. Não, não, não! Não irei escrever um livro até porque me vejo limitado a tal realização. Eu simplesmente tive uma ideia, algo que me colocasse em contato com o passado vivendo no presente. Pensei em pegar várias folhas de papel vergê, mais ou menos cem. Tudo da mesma tonalidade e pedir que as encadernem em uma capa dura cor vermelha ficando idênticas as clássicas obras de Victor Hugo, Cervantes entre outros tantos. Nestas folhas começarei a registrar quase que cotidianamente fatos que forem de certo modo interessantes. Algo que possa acontecer comigo e a todos que me cercam. Momentos de alegria, tristeza, vitória, derrota. Soa muito parecido como um diário, mas na verdade não o classificaria como tal e sim algo mais inocente, algo sem tão compromisso e mistério. Nada de muitos segredos, apesar de haver coisas implícitas. Essa minha vontade já era antiga, afinal de contas eu rascunho todos meus escritos em papel e normalmente em qualquer papel que na maioria das vezes se perdem. Agora eles estarão reunidos, juntos onde boa parte dos mesmos estará jogada aqui.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Momentos
Eu bebia Coca-Cola Junior de garrafinha com canudinho na padaria.Eu pulava de "pogoboll".Brinquei de esconde-esconde e adorava jogar "queimada".No cinema, chupava "Mentex".Lia gibis da Turma da Mônica.Eu tinha fita K7 dos Beatles.E uma estante para guardar a coleção de discos de vinil.Eu guardava os textos em classificadores. Ainda escrevo à mão.Eu tenho os negativos das fotos.Andava de escada rolante achando que ia para outra galáxia.Esperava pro ano seguinte o Cd que hoje foi lançado nos EUA.Minha mãe anotava receitas culinárias pela TV, e minha avó de 85 anos nunca viu as mocinhas da novela tão nuas em "ensaio sensual".
Eu não tenho trinta anos.Já sou um rapaz "antiguinho".Eu não me importo. Eu sou tirado de "filme de época". Eu sou da Geração Coca-Cola.Hoje tem a Geração Google.Na "minha época", Cd que não vinha com encarte, tinha eu que tirar a letra de ouvido. Com o Dicionário Oxford ao lado.Gravuras bonitas, de revista "bacana", era recortar e guardar na gaveta cuidando para não amassar.Número de alguém? Guia telefônico. Roupa da moda?Esperar chegar à cidade. Falar mal dos outros, (quer dizer), "conversar"? Na casa da melhor amiga, tomando café. Gabarito do Vestibular? Atento ao rádio. Pesquisas? Comprava do vendedor de porta em porta a Enciclopédia "Barsa”. Falar com amigo rico que foi pro outro lado do mundo? Um curto cartão postal com "beijos, saudades".
Não precisa sair de casa pra namorar meu rapaz: chat de bate-papo.Por cidade, idade, afinidade.Saber onde mora aquele alguém? O Google te mostra num mapa. "Wickipédia" para saber quem foram os grandes homens/nomes. Compra on line para a roupa do desfile que viu na televisão ao vivo. 'Download" para "roubar" música ainda inédita.Amigo em Londres? "Webcam".Fofoca?Site "o Fuxico". Ou a simples pergunta:"o que anda aprontando Britney Spears?"Tomar chá das cinco e falar pelos cotovelos? "MSN". Carta? O que é isso? "Email"! Tá..., agora a melhor: Faculdade? Diploma pela internet. Coitado de Drummond de Andrade.Escreveu, certa vez, no poema, "Tristeza do Céu": "Porque fiz o mundo? /Deus se pergunta /e se responde /Não sei".Se o poeta, hoje, digitasse na barra em branco do Google perguntas desse tipo, mesmo que não muito definidas, encontraria todas as respostas.Quem sabe,... algumas..., até mesmo assinadas por "Deus"?
Eu não tenho trinta anos.Já sou um rapaz "antiguinho".Eu não me importo. Eu sou tirado de "filme de época". Eu sou da Geração Coca-Cola.Hoje tem a Geração Google.Na "minha época", Cd que não vinha com encarte, tinha eu que tirar a letra de ouvido. Com o Dicionário Oxford ao lado.Gravuras bonitas, de revista "bacana", era recortar e guardar na gaveta cuidando para não amassar.Número de alguém? Guia telefônico. Roupa da moda?Esperar chegar à cidade. Falar mal dos outros, (quer dizer), "conversar"? Na casa da melhor amiga, tomando café. Gabarito do Vestibular? Atento ao rádio. Pesquisas? Comprava do vendedor de porta em porta a Enciclopédia "Barsa”. Falar com amigo rico que foi pro outro lado do mundo? Um curto cartão postal com "beijos, saudades".
Não precisa sair de casa pra namorar meu rapaz: chat de bate-papo.Por cidade, idade, afinidade.Saber onde mora aquele alguém? O Google te mostra num mapa. "Wickipédia" para saber quem foram os grandes homens/nomes. Compra on line para a roupa do desfile que viu na televisão ao vivo. 'Download" para "roubar" música ainda inédita.Amigo em Londres? "Webcam".Fofoca?Site "o Fuxico". Ou a simples pergunta:"o que anda aprontando Britney Spears?"Tomar chá das cinco e falar pelos cotovelos? "MSN". Carta? O que é isso? "Email"! Tá..., agora a melhor: Faculdade? Diploma pela internet. Coitado de Drummond de Andrade.Escreveu, certa vez, no poema, "Tristeza do Céu": "Porque fiz o mundo? /Deus se pergunta /e se responde /Não sei".Se o poeta, hoje, digitasse na barra em branco do Google perguntas desse tipo, mesmo que não muito definidas, encontraria todas as respostas.Quem sabe,... algumas..., até mesmo assinadas por "Deus"?
terça-feira, 2 de março de 2010
Acontecia sempre nas manhãs de Domingo. Meu pai, juntamente com minha mãe, nos levava a missa bem cedo, acho quer era uma das primeiras não me recordo bem do horário, mas a sonolência era evidente. Passávamos quase uma hora na igreja e logo depois íamos em direção a casa dos meus avós que já não fazem mais parte desse mundo. Era um trajeto bem curto. Logo ao sair da igreja, seguíamos em direção a até então pequenina Escola Estadual Engenheiro Oscar Weinscheink, que hoje já se encontra nas mãos do município, e logo abaixo chegávamos ao nosso destino. Meu pai sempre levando alguns apetrechos pois todo Domingo era dia de desfazer a barba de meu avó e meu pai era o único que exercia tal feito sem irritar sua pele.
Na cozinha sempre havia café passado na hora em cima de um fogão a lenha com um tom avermelhado, leite e broa de milho que minha avó fazia como ninguém. Ficávamos algum tempo fazendo nosso desjejum enquanto meu pai conversava sobre com meu avô. Eram sempre conversas das mais diversas e sempre a política da cidade estava na pauta e meu avô sempre concordando com as ideias de meu pai, afinal, quem comandava a navalha em sua jugular não era ele e sim meu pai. Logo após este feito meu avô sempre perguntava ao meu pai quanto era e meu pai imediatamente dizia: “não é nada seu Lindorico, domingo estamos aí de novo.” Em seguida meu pai chamava a todos e quando estávamos nos despedindo, meu avô chamava um a um em seu quarto e retirava de seu velho guarda roupas quatro maçãs bem rubras de tanto esfregá-las em seu paletó nos dando a benção. Era mais um rotineiro domingo cumprido que já não pode ser exercido. Ficou apenas na memória
Na cozinha sempre havia café passado na hora em cima de um fogão a lenha com um tom avermelhado, leite e broa de milho que minha avó fazia como ninguém. Ficávamos algum tempo fazendo nosso desjejum enquanto meu pai conversava sobre com meu avô. Eram sempre conversas das mais diversas e sempre a política da cidade estava na pauta e meu avô sempre concordando com as ideias de meu pai, afinal, quem comandava a navalha em sua jugular não era ele e sim meu pai. Logo após este feito meu avô sempre perguntava ao meu pai quanto era e meu pai imediatamente dizia: “não é nada seu Lindorico, domingo estamos aí de novo.” Em seguida meu pai chamava a todos e quando estávamos nos despedindo, meu avô chamava um a um em seu quarto e retirava de seu velho guarda roupas quatro maçãs bem rubras de tanto esfregá-las em seu paletó nos dando a benção. Era mais um rotineiro domingo cumprido que já não pode ser exercido. Ficou apenas na memória
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Adoro beijjo na boca!
Eu não sei assoviar
não cuido de plantas
digito com um só dedo
e adoro beijo na boca!
Tascar beijo de língua
é assim mesmo
adoro o beijo tanto pelo símobolo de romantismo ou pelo desejo sexual dele
nele, é comprovado cientificamente que o corpo reage fisicamente ao fato de ser beijado sacudindo até o fluxo sanguíneo do cérebro.
Quero sempre beijar na boca
como prova de paixão
a ponto de querer abandonar o beijo no rosto
que me é pura forma de paixão e de etiqueta
beijo na boca é prova de afeição e promessa de romance
beijo na boca me dá tesão
é na língua com língua que fico a vontade
em meio a saliva, membrana e mucosa
gosto de beijo na boca inclinando de leve a cabeça para a direita
adoro beijo na boca porque é quando meu ser entra no outro
mata minha sede, cala minha boca e as palavras me são meramente desnecessárias.
Eu não sei assoviar
não cuido de plantas
digito com um só dedo
e adoro beijo na boca!
Tascar beijo de língua
é assim mesmo
adoro o beijo tanto pelo símobolo de romantismo ou pelo desejo sexual dele
nele, é comprovado cientificamente que o corpo reage fisicamente ao fato de ser beijado sacudindo até o fluxo sanguíneo do cérebro.
Quero sempre beijar na boca
como prova de paixão
a ponto de querer abandonar o beijo no rosto
que me é pura forma de paixão e de etiqueta
beijo na boca é prova de afeição e promessa de romance
beijo na boca me dá tesão
é na língua com língua que fico a vontade
em meio a saliva, membrana e mucosa
gosto de beijo na boca inclinando de leve a cabeça para a direita
adoro beijo na boca porque é quando meu ser entra no outro
mata minha sede, cala minha boca e as palavras me são meramente desnecessárias.
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